quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Lonely Hearts Club.

E agora eu estou quase de férias... Quase mesmo.
Só faltam alguns dias e depois, estou livre para descansar!!!

PS: Eu imagino a falta que vou sentir do Ensino Médio, e isso me deixa meio triste, mas não o suficiente para me fazer ficar por lá mais um ano...rsrs



Penny Lane Bloom sabe o que é perder uma amiga para o namorado dela... Ela perdeu Diana para Ryan e sabe muito bem o quanto doí...
E depois ela foi enganada por Nate, o menino por quem ela estava disposta a dar tudo e ir contra todos.
Então, nada mais lógico do que se manter afastada dos meninos, não é? Eles não são sempre a causa dos problemas de sua vida?
E ela acha a solução perfeita com os Beatles (que também deram orgiem ao seu nome, pois seus pais são fanáticos), fundando o Lonely Hearts Club.
No início, é um clube somente dela, mas aos poucos ele vai recebendo mais integrantes, chamando a atenção dos diretores do colégio e deixando os meninos nada contentes, afinal, se todas as meninas aderirem ao clube de Penny, quem eles vão namorar, ficar ou enganar?
Mas o que fazer se quando Penny está no meio da revolução, ela encontra um menino que aparentemente vale a pena? Ela vai abandonar o clube? Vai fazer tudo aquilo que ela diz ser ridículo e inaceitável? Deixar passar a oportunidade de ter um relacionamento de verdade?
Desde que o livro foi lançado eu queria muito ler... A capa sempre me pareceu simples e bonita, mesmo eu não sendo muito fã dos Beatles, e as resenhas que eu lia só me deixavam mais ansiosa, pois sempre davam destaque para a narrativa leve, envolvente e divertida, e agora eu entendo perfeitamente o que queriam dizer. A narrativa da Elizabeth é muito delicada, juvenil e quase inocente, de tão fofa... E a Penny, gente, que mocinha mais encantadora! Ela é fofa, teimosa, altruísta, egocêntrica e muito bem humorada, além de ter os pais mais engraçados de todos os tempos...

Me identifiquei muito com a Penny. Não criei nenhum clube, não pretendo criar, mas ainda assim tento manter uma certa distancia dos meninos chatos, bobos e ignorantes, assim como ela, e a forma como ela passa a ideia de que eles são a escória do mundo deixa tudo mais emocionante e divertido, além do tal menino lindo que coloca suas teorias em xeque...

As amigas de Penny também são uns amores, principalmente a Tracy, que foi quem a salvou quando Diana a trocou pelo namorado. Tracy é nervosa, engraçada e muito, muito fiel à amiga.
E outro detalhe de extrema importância é a edição do livro, que é LINDA!

As páginas que separam os capítulos tem um trecho de alguma música, com pequenas e delicadas ilustrações, que dão um toque mais gracioso, simplesmente amei, além de não ter encontrado muitos erros de digitação e revisão. Recomendo demais o livro. É simples, adolescente, envolvente e muito lindo.
Eu descobri do jeito mais difícil que contos de fadas e amor verdadeiros não existem.
O cara perfeito não existe. (Pág 13).

Editora: Intrínseca.
História: 5/5.
Narrativa: 5/5.