sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Annástria e os sete escolhidos.

Aos pouquinhos eu vou atualizando vocês sobre minhas férias, não é?rsrsrs
Pois bem, eu já passei em todas as matérias \o/, tenho a frequência acima da média e já podia ter parado de ir para a escola, mas não parei.
Dia 10, segunda, vai ter uma gincana, que sempre fazemos no final do ano, e eu não vou deixar de participar no último ano, não é?
Então eu tenho que ir hoje (para ensaiar, apesar de não estar dançando porque eu torci o pé...) e na segunda, para torcer pela minha sala e me despedir de todo mundo, mas depois de segunda, eu finalmente vou estar de férias e vou entrar aqui gritando isso para os quatro cantos...rsrs
Por enquanto, mais uma resenha, fruto das minhas leituras de antes das férias!

Ímpar e Darin continuam a busca pelas penas do jovem príncipe, mas toda hora algo dá errado. Eles precisam de ajuda.
E Stellnaja, uma francesa que aparentemente não tinha nada a ver com a história de Annástria (ela sequer sabia da existência dessa dimensão), é a encarregada de ajudar os dois jovens.
Stellnaja terá que reunir sete herois, previamente escolhidos pela Deusa e espalhados em diversas dimensões e épocas, para lutar por Annástria. Para tanto, ela poderá fazer uso de seu dom: se transformar em uma naja; a mesma que misteriosamente apareceu em seu pulso.
Mas a busca pelos sete heróis e a procura pelas penas estão seriamente ameaçadas.
Satine (a Deusa das Trevas) está conquistando cada vez mais aliados, principalmente os humanos mentirosos e egocêntricos, a paixão de Ímpar por Willian (o Senhor das Trevas e, infelizmente, seu irmão) pode tomar rumos perigosos, os objetos mágicos usados pelos jovens podem acabar roubados...
A inocência e a fragilidade podem ser fatais em uma guerra.

Eu preciso deixar bem claro aqui que eu detesto a Ímpar. Quem leu minha resenha do primeiro livro, que está aqui, sabe que no começo do primeiro livro eu não gostava dela, e só me simpatizei com ela depois da metade. Pois é, essa simpatia acabou de verdade neste livro. Eu até entendo que ela sofre bastante com toda essa situação de ser apaixonada pelo Willian, mas ainda assim eu não consigo entender como ela consegue ser tão idiota. Eu detesto essa menina sem noção e imatura momento de desabafo.

E minha personagem favorita agora é a Stellnaja, que é ousada, corajosa, revoltada e até um pouco inconsequente, mas nunca espera nada e nem ninguém para protegê-la, simplesmente já chega xingando e se impondo. Foi ela quem ditou o ritmo em boa parte da história, e tenho certeza que foi isso que me deixou ainda mais apaixonada por todo o enredo. Darin continua um príncipe fofo, decidido e doce, mas não é lá muito de tomar a atitude, mesmo sempre tentando proteger a chata da Ímpar, e mais tarde, a Stellnaja também vira alvo de sua defesa, mesmo ela não precisando muito, é claro.

A história do segundo livro é, de longe, mais emocionante, triste, revoltante e divertida do que a primeira que eu já tinha amado, então já dá para ter uma ideia de como eu me viciei e as páginas desapareceram, não é? Mais um ponto super a favor, foi a revisão, que não tinha sido uma das melhores no primeiro livro e me deixou com um pouco de receio em encontrar erros gritantes neste segundo volume, mas mesmo tendo erros, foi em uma proporção aceitável e não atrapalhou em nada a leitura. \o/ E outro ponto a favor foi o aprofundamento psicológico dos personagens... Os que não tiveram tanto destaque antes, foram bem explorados agora e eu me encantei com a história de cada; foi muito bom saber mais sobre o passado deles, me fez entender muitos outros detalhes. Eu tinha algumas vagas desconfianças a respeito de alguns deles, e foi muito bom finalmente entendê-los melhor.

Acho que já deu para perceber que eu amei o livro e estou doida esperando o terceiro e último livro ser lançado para finalmente descobrir o final de toda essa saga e saber o que vai acontecer com a minha Stellnaja...rsrs Super recomendo o livro, pois a narrativa é rápida, direta e envolvente, além de ter um enredo digno de palmas... Eu realmente queria saber de onde vem a inspiração para todas as coisas mágicas, divertidas e engraçadas que estão inseridas em Annástria!

Metaforicamente, qualquer lugar que julguemos extremamente ruim pode ser comparado ao Inferno. Uma escola pode significar o Inferno para um aluno marginalizado pelos colegas, ou então a vida de uma pessoa que trabalha feito louca e nunca tem tempo para fazer nada de divertido, nem que seja comprar uma meia ou tomar um picolé, essa situação também pode ser comparada ao Inferno, pois como eu disse, cada um acaba criando seu conceito pessoal em relação ao Inferno baseado em suas vivências e sofrimentos. (Pág 388).
                                                                                                                                                        

Editora: Ícone.
História: 5/5.
Narrativa: 5/5.