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terça-feira, 13 de outubro de 2015

Para todos os garotos que já amei.

Pensaram que eu tinha abandonado o blog novamente? Não aconteceu!
Consegui mais um tempinho, então corri aqui para postar essa resenha nova. :D




Lara Jean é a irmã do meio e estava bem habituada a isso, mas Margot - sua irmã mais velha e quem faz o papel de mãe da família - está saindo de casa para cursar a faculdade em outro país. Com isso, Lara Jean se vê forçada a ser uma irmã mais velha respeitável, afinal Kitty - a mais nova - precisa disso.
Lara não teve muitos relacionamentos, mas ao final de cada um deles escreveu uma carta de desabafo, uma espécie de despedida para aquela fase de sua vida. Essas cartas são apenas para ela, não deveriam ser lidas por mais ninguém.
Até que elas, misteriosamente, foram enviadas para seus remetentes, sem que ela soubesse. Entre esses garotos se encontra Josh, ex-namorado de Margot - os dois só terminaram por conta da faculdade dela ser tão longe.
Desesperada com a ideia de Margot descobrir que ela já se apaixonou - será mesmo que já passou? - por seu namorado e cercada pela confusão causada pelas demais cartas, Lara Jean de repente se vê como a namorada de Peter - outro garoto que recebeu sua carta - e isso também não é legal.
No passado Lara Jean não deu certo nem com Josh nem com Peter. O presente é diferente. E o melhor é que o destino decidiu brincar com esses três, abrindo possibilidades para um futuro totalmente inacreditável!

Acho que vou desmaiar. Acho que vou desmaiar de verdade. Que eu desmaie agora, porque, se eu desmaiar, não vou mais estar aqui, neste momento. Vai ser como nos filmes, quando a mocinha desmaia por causa do choque e toda a briga acontece enquanto ela está apagada, e ela acorda em uma cama de hospital com um hematoma ou dois, mas perdeu toda a parte ruim. Eu queria que a minha vida fosse assim, e não esse pesadelo. (Pág 64).

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Novidades #64

E já voltando com as postagens regulares no blog, que tal começar com algumas novidades literárias?

Título: O constante correr das horas.
Autor: Justin Go.
Editora: Intrínseca.
Em 1924, o rico montanhista inglês Ashley Walsingham morre ao tentar escalar o monte Everest, deixando um testamento que destina sua fortuna a um antigo amor, Imogen Soames-Andersson — com quem não encontrava havia sete anos. Os advogados de Ashley procuram em vão por Imogen, e os bens permanecem sem dono.
Oitenta anos depois, novas informações levam os advogados do escritório a Tristan Campbell, um jovem americano que pode ser o atual herdeiro dos bens de Ashley. Se Tristan for capaz de provar que é descendente de Imogen, conseguirá recuperar a herança. Mas faltando apenas algumas semanas para o prazo expirar, Tristan deve se apressar para levantar as provas de que precisa.
Dos arquivos de Londres, passando pelas batalhas de Somme, aos fiordes da Islândia, Tristan tenta juntar as peças da história por trás da riqueza abandonada: um caso de amor arrebatador que durou até Ashley ser chamado para combater junto à Frente Ocidental; soldados desesperados cuja única esperança é sobreviver; uma expedição ao topo de uma das maiores montanhas do mundo. Seguindo a trilha de pistas que se estende por toda a Europa, Tristan se vê consumido pela história de Ashley e Imogen, mas, à medida que se aproxima da verdade, percebe que o fim de sua busca pode ser mais do que uma fortuna.
Comovente e apaixonante, O constante correr das horas é uma narrativa grandiosa, que alterna com fluidez passado e presente para falar de um amor que transcende o tempo e despreza classes sociais.
Amei a capa deste livro e seu título. A sinopse também me agradou bastante, porém não acho que será uma das minhas próximas leituras. Sabe quando você se interessa, mas não tanto? Pois é... Mas parece bom!