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quarta-feira, 25 de março de 2015

Ilusões Sobre... #56 Autores famosos e seus Pseudônimos

Oláááá!
Olha quem chegou com um post fora do normal novamente. \o/
Espero que gostem bastante e fiquem tão chocadas quanto eu, porque né, tem gente aqui que eu nunca ia descobrir.

Nome: J. K. Rowling
Pseudônimo: Robert Galbraith

Estreando o primeiro lugar, ela, Joane Kathleen Rowling - porque eu sei de cor u-u - que depois da explosão de HP e toda a falação em cima de Morte Súbita - que é perfeito, diga-se de passagem -, Tia Jô, meio boladona da vida quis publicar um livro sem expectativas ou exageros. Algo normal. Mas, uns amiguinhos da onça dela começaram a dar informações sobre o livro e logo vimos sua persona, Robert G., morrer lentamente adentrando um profundo abismo do esquecimento. #porqueodramamissJessy? A obra que leva o nome do "autor" é O Chamado do Cuco, que desde o primeiro momento foi um sucesso sem igual. Porém o mundo não é só flores com a sr. Rowling Diva Magnífica, ela não se contentou com um codinome apenas. Em sua página no Wikipédia ela conta com os outros codinomes: Newt Scamander, Kennilworthy Whisp. 

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Ilusões Sobre #43 Clássicos

E pois é, pessoal \o/
Eu nem ia postar hoje, pois estou doente ç.ç
Tipo, enxaqueca, dores demais onde não precisaria.
Mas vamos que vamos que quarta ta aqui pra ter os livros conhecidos ou comentados.
Hoje é dia dos Clássicos da minha vida, pessoal, se preparem que tem. hahaha
Título: O Pequeno Príncipe
Autor: Antoine de Saint-Exupéry

O Pequeno Príncipe, devolve a cada um o mistério da infância. De repente retornam os sonhos. Reaparece a lembrança de questionamentos, desvelam-se incoerências acomodadas, quase já imperceptíveis na pressa do dia-a-dia. Voltam ao coração escondidas recordações... O reencontro, o homem-menino.
Eu tenho uma amiga que ama demais esse livro. E eu realmente acho um livro muito perfeito. É um dos primeiros clássicos que devemos - ou pelo menos isso teria que acontecer no mundo perfeito - dar as crianças. Ensinaria muito logo de cara e começaríamos a ajudar a sociedade inserindo nelas crianças que se tornaram melhores a cada ano. Quem ainda não leu precisa ler, vai se encantar.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Ilusões Sobre... #42 Os Mais Abandonados do Skoob


Oieeeeeeeeeeeeeeeee
Pois é, gente, é um Ilusões Sobre triste hoje. É, a realidade pode assustar vocês, bom, pelo menos me assustou. Eu nunca pensei em ver logo aquele livro lá. Aquele primeiro livro. Mas é como é... As pessoas criam uma expectativa que não é comprida tão bem assim e acabam abandonando o livro.


Autor: Markus Zusak

A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler.
Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade.
A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa deste duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto - e raro - de crítica e público.
Genteeeeeeeeeeeeeee, Meu Deus. Pois é. Mais de DEZ MIL pessoas abandonaram o livro. E eu tenho minhas suspeitas do motivo: Bom, podem ter visto o filme antes e preferido o filme (sim, tem gente assim no mundo); Podem ter criado uma expectativa que não chegou nem aos pés do que o livro lhes ofereceu na realidade. Sei não. Eu sou aquele tipo de pessoa do contra que não quer realmente ler esse livro... É verdade, eu sinto que é um dos livros que, se eu terminasse, eu não iria ter gostado tanto apesar de saber que a história é muito bem construída. Assim... Eu tenho uma política de não abandonar livro, mas tem alguns que não dá, né?! E quando eu já sei que poderia ser um livro que eu não iria ficar muito animada para ler, eu nem chego perto até a sensação passar.